18 de junho de 2010
O Banco Central (BC) avalia que os riscos para a inflação permanecem elevados, apesar da retirada de parte dos estímulos fiscais criados durante a crise financeira. A maior ameaça, segundo o BC, está na própria economia brasileira, e não nos efeitos da recente turbulência em países da Europa.
As informações constam da ata divulgada ontem da reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) na semana passada, quando os juros subiram de 9,50% para 10,25% ao ano.
De acordo com economistas, o documento indica que o BC deve manter o ritmo atual de alta dos juros e promover outra elevação de 0,75 ponto percentual em julho. Desde abril, a taxa Selic já subiu 1,5 ponto percentual. As projeções de inflação do Copom subiram em relação à reunião de abril e estão “sensivelmente” acima do centro da meta de 4,5%.
“Os riscos para a consolidação de um cenário inflacionário benigno se circunscrevem essencialmente ao âmbito interno”, diz a ata. Para o BC, a demanda doméstica está acima da capacidade de oferta de bens.
As informações constam da ata divulgada ontem da reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) na semana passada, quando os juros subiram de 9,50% para 10,25% ao ano.
De acordo com economistas, o documento indica que o BC deve manter o ritmo atual de alta dos juros e promover outra elevação de 0,75 ponto percentual em julho. Desde abril, a taxa Selic já subiu 1,5 ponto percentual. As projeções de inflação do Copom subiram em relação à reunião de abril e estão “sensivelmente” acima do centro da meta de 4,5%.
Fonte: Zero Hora
